sábado, 23 de maio de 2009

Declaração de Fé

O QUE CREÊM OS BATISTAS NACIONAIS
I – Das escrituras
Cremos que a Bíblia Sagrada foi escrita por homens divinamente inspirados; que é um tesouro perfeito de instrução celestial, tendo Deus por seu verdadeiro autor; que tem por objetivo a salvação dos homens; que o seu conteúdo é a verdade sem qualquer mescla de erro; que revela os princípios pelos quais Deus nos julgará e por isso é, e continuará sendo até o fim do mundo, o verdadeiro centro da união cristã e padrão supremo pelo qual toda a conduta, credos e opiniões dos homens devem ser julgados (II Tm.3:16, 17; II Pe.1:21; II Sam.23:2; At.1:16; 3:21; Jo.10:35; Rm.3:1,2; Lc.16:29-31; Sl.119:111; Tm.3:15; I Pe.1:10,12; At.11:14; Rm.1:16; Mc.16:16; Jo.5:38,39; Pv.30:5,6; Jo.17:17; Ap.22:18,19;Rm.3:4; Rm.2:12; Jo.12:47-48; I Co.4:3,4; Lc.10:10-16: 12:47,48; Fl.3:16; Ef.4:3-6; Fl.2:1,2; I Co.1:10; I Pe.4:11; I Jo.4:1; Is.8:20; I Ts.5:21; II Co.13:5; At. 17:11; I Jo.4:6; Jd.1:3; Ef.3:17; Sl.119:59,60; Fl.1:9-11).
II– Do verdadeiro Deus
Cremos que há um e somente um Deus vivo e verdadeiro, Espírito infinito e inteligente, cujo nome é Jeová, Criador e Senhor Supremo dos céus e da terra, indizivelmente glorioso em santidade e digno de toda honra, confiança e amor; que na Unidade Divina há três pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, iguais em todas as perfeições divinas e que executam ofícios distintos, mas harmônicos na grande obra da Redenção (Jo.4:24; Sl. 147:5; Sl.83:18; Hb.3:4; Rm.1:20; Jr.10:10; Êx.15:11; Is.6:3; I Pe.1:15,16; Ap.4:6-8; Mc.12:30; Ap.4:11; Mt.10:37; Jr.12:2; Mt.28:19; Jo.15:26; I Co.12:4-6; I Jo.10:30; Jo.5:17; 14:23; 17:5,10; At.5:3,4; I Co.2:10,11; Fl.2:5,6; Ef.2:18; II Co.13:13; Ap.1:4,5).
III– Do Espírito Santo
Cremos que o Espírito Santo é o Espírito de Deus. Ele inspirou homens santos da antigüidade para escrever as Escrituras. Capacita homens através de iluminação a compreender a verdade. Exalta a Cristo. Convence do pecado, da justiça e do juízo. Atrai homens ao Salvador e efetua regeneração. Cultiva o caráter cristão, conforta os crentes e concede os dons espirituais pelos quais eles servem a Deus através de Sua Igreja. Sela o salvo para o dia da redenção final. A presença dEle no cristão é a segurança de Deus para trazer o salvo à plenitude da estatura de Cristo. Ele ilumina e reveste de poder (Batismo no Espírito Santo) o crente e a Igreja para a adoração, evangelismo e serviço (Gn.1:2; Jz.14:6; Jo.26:13; Sl.51:11; 139:7; Is.61:1-3; Jl.2:28-32; Mt.1:18; 3:16; 4:1; 12:28-32; 28:19; Mc.1:10,12; Lc.1:35; 4:1,18,19; 11:13; 12:2; 24:49; Jo.4:24; 14:16, 17,26; 16:7-14; At.1:8; 2:1-4,38; 4:31; 5:3; 6:3; 7:55; 8:17,39; 10:44; 13:2; 15:28; 16:6; 19:1-6; Rm.8:9-11; 14:16,26,27: I Co.2:10-14; 3:16; 12:3-11; Gl.4:6; Ef.1:13-14; 4:30; 5:18; I Ts.5:19; I Tm.3:16; 4:1; II Tm.1:14; 3:16; Hb.9:8,14; II Pe.1:21; I Jo.4:13; 5:6,7; Ap.1:10; 22:17).
IV– Da queda do homem
Cremos que o homem foi criado em santidade, sob a lei do seu Criador, mas caiu desse estado santo e feliz, por transgressão voluntária, em conseqüência da qual toda a humanidade tornou-se pecadora, não por constrangimento, mas por livre escolha, sendo por natureza destituída completamente daquela santidade que a Lei de Deus requer, e positivamente inclinada à prática do mal, estando, sem defesa nem excusa, condenada com justiça à ruína eterna (Gn.1:27,31; Ec.7:29; At.17:26; Gn.2:16; Gn.3:6-24; Rm.5:12; Rm.5:19; Jo.3:6; Sl.51:5; Rm.5:15-19; 8:7; Is.53:6; Gn.6:12; Rm.3:9-18; Rm.1:18,32; 2:1-16; Gl.3:10; Mt.20:15; Ez.18:20; 3:19; Gl.3:22).
V– Do meio da salvação
Cremos que a salvação dos pecados é inteiramente de graça pela mediação do Filho de Deus, o qual, segundo desígnio do Pai, assumiu livremente nossa natureza, mas sem pecado, honrou a lei divina pela Sua obediência pessoal, e por Sua morte realizou completa expiação dos nossos pecados; que tendo ressurgido dos mortos, está agora entronizado nos céus e que, unindo em sua maravilhosa pessoa a mais terna simpatia com a perfeição divina, está completamente capacitado para ser o Salvador adequado, compassivo e todo-suficiente dos homens (Ef.2:5,8,9; Mt.18:11; I Jo.4:10; I Co.3:5,7; At. 15:11; Jo.3:16; Jo.1:1-14; Hb. 4:14; 12:24; Fl.2:6,7; Hb.2:9,14; II Co.5:21; Is.42:21; Fl.2:8; Gl.4:4,5; Rm.3:21; Is.53:4,5; Mt.20:28; Rm.3:21; 3:24,25; I Jo.4:10; 2:2; I Co.15:1-3; Hb.1:3,8; 8:1; Cl.3:1-4; Hb.7:25; Cl.2:9; Hb.2:18; 7:26; Sl.89:19; Sl.34)
VI– Da justificação
Cremos que a grande bênção do Evangelho, que Cristo assegura aos que nEle crêem, é a justificação; que esta inclui o perdão dos pecados e a promessa da vida eterna, baseada nos princípios da justiça; que é conferida, não em consideração de quaisquer obras justas que tenhamos feito. Mas exclusivamente pela fé no sangue do Redentor que, em virtude dessa fé, a perfeita justiça de Cristo é livremente imputada por Deus; que ela nos leva ao estado da mais abençoada paz e favor com Deus e nos assegura todas as outras bênçãos necessárias para o tempo e a eternidade (Jo.1:16; Ef.3:8; At.13:39; Is. 53:11,12; Rm.8:1; Rm.5:9; Zc.13:1; Mt.9:6; At.10:43; Rm.5:17; Tt.3:5,6; I Jo.2:25; Rm.5:21; Rm.4:4,5; 5:22; 6:23; Fl.3:8,9; Rm.5:19; 3:24-26; 4:23-25; I Jo.2:12; Rm.5:1-3,11; I Co.1:30,31; Mt.6:23; I Tm.4:8).
VII– Da gratuidade da salvação
Cremos que as bênçãos da salvação cabem gratuitamente a todos por meio do Evangelho; que é dever imediato de todos aceitá-las com fé obediente, cordial e penitente, e que nada impede a salvação, ainda mesmo do maior pecador da terra, senão sua perversidade inerente à voluntária rejeição do Evangelho, a qual agrava a sua condenação (Is.55:1; Ap.22:17; Lc.14:17;Rm.16:26; Mc.1:15; Rm.1:15,17; Jo.5:40; Mt.23:27; Rm.9:32; Pv.1:24; At.13:46; Jo.3:19; Mt.11:20; Lc.19:27; II Ts.1:8).
IX– Do arrependimento e da fé
Cremos que o arrependimento e a fé são deveres sagrados e também graças inseparáveis, originadas em nossas almas pelo Espírito regenerador de Deus; que, sendo por essas graças convencionados profundamente de nossa culpa, perigo e incapacidade, bem como do caminho da salvação por Cristo, voltamo-nos para Deus com sincera contrição, confissão e súplica por misericórdia, recebendo ao mesmo tempo de coração o Senhor Jesus Cristo como nosso Profeta, Sacerdote e Rei, e confiando somente nEle como o único e auto-suficiente Salvador (Mc.1:15; At.11:18; Ef.2:8; I Jo.16:8; At.2:37,38; At.16:30,31; Lc.18:13; 15:18-21; Tg.4:7-10; II Co.7:11; Rm.10:12-13; Sl.51; Rm.10:9-11; At.3:22-23; Hb.4:14; Sl.2:6; Hb.1:8; 7:25; II Tm.1:12).
X– Do propósito da graça de Deus
Cremos que a Eleição é o eterno propósito de Deus, segundo o qual Ele gratuitamente regenera, santifica e salva pecadores; que esse propósito, sendo perfeitamente consentâneo com o livre arbítrio do homem, compreende todos os meios que concorrem para esse fim. Que é gloriosa manifestação da soberana vontade de Deus que é infinitamente livre, sábia, santa e imutável; que exclui inteiramente a jactância e promove a humildade, o amor, a oração, o louvor, a confiança em Deus, bem como a imitação ativa de sua livre misericórdia; que encoraja o uso dos meios de santificação no grau mais elevado e pode ser verificada por seus efeitos em todos aqueles que realmente crêem no Evangelho; que é o fundamento de segurança cristã e que o verificá-la a respeito de nós mesmos exige e merece a nossa maior diligência (II Tm.1:8,9; Ef.1:3-14; I Pe.1:1,2; Rm.11:5,6; Jo.15:16; I Jo.4:19; II Ts.2:13,14; At.13:48; Jo.10:16; Mt.20:16; At.15:14; Êx.33:18,19; Mt.20:13; Ef.1:11; Rm.9:23,24; Jr.31:3; Rm.11:28,29; Tg.1:17,18; II Tm. 1:9; Rm.11:32-36; I Co.4:7; 1:26,31; Rm.3:27; 4:16; Cl.3:12; I Co.3:3,7; 15:10; I Pe.5:10; At.1:24; II Ts.2:13; I Pe.2:9; Lc.18:7; Jo.15:16; Ef.1:16; I Ts.2:12; II Tm.2:10; I Co.9:22; Rm.8:28,30; Jo.6:37-40; II Pe.1:10; I Ts.1:4-10; Tg.2:18; Jo.14:23; Rm.8:28-30; Is.42:16; Rm. 11:29; Fl.3:12; Hb.6;11).
XI – Da santificação
Cremos que a Santificação é o processo pelo qual, de acordo com a vontade de Deus, somos feitos participantes de Sua santidade; que é uma obra progressiva que se inicia na regeneração; que é continuada nos corações dos crentes pela presença do Espírito Santo, o Confirmador e Confortador, no uso contínuo dos meios indicados, especialmente a Palavra de Deus, o exame próprio, a renúncia a vigilância e a oração (I Ts.4:3; 5:23; II Co.7:1; 13:9; Ef.1,4; Pv.4:18; Hb.6:1; II Pe.1:5-8; I Jo.2:29; Rm.8:5; Jo.3:6; Fl.1:9-11; Ef.1:13,14; Fl.2:12,13; Ef.4:11,12; I Pe.2:2; II Pe.3:18; II Co. 13:5; Lc.11:35; 9:23; Mt.26:41; Ef.6:18; 4:3).
XII – Da perseverança dos santos
Cremos que só são crentes verdadeiros aqueles que perseveram até o fim; que a sua ligação perseverante com Cristo é o grande sinal que os distingue dos que professam superficialmente; que uma Providência especial vela pelo seu bem-estar e que são guardados pelo poder de Deus mediante a fé para a salvação (Jo.8:31; I Jo.2:27,28; 3:9; 5:18; Mt.13:20,21; Jo.6:66-69; Rm.8:28; Mt.6:30-33; Jr.32:40; Sl.19:11,12; 121:3; Fl.1:6; 2:12,13; Jd.24; Hb.1:14; 13:5; I Pe.1:5; Ef. 4:30).
XIV – Da harmonia entre a lei e o evangelho
Cremos que a Lei de Deus é a regra eterna e imutável de seu governo moral; que é santa, justa e boa, e que a incapacidade atribuída pelas Escrituras ao homem decaído para cumprir os seus preceitos, deriva inteiramente do amor que ele tem pelo pecado; que um dos grandes objetivos do Evangelho e dos meios da graça relacionada com o estabelecimento da igreja visível é o de libertar os homens do pecado e restaurá-los, através de um Mediador, à obediência sincera à santa lei (Rm.3:31; Mt.5:17; Lc.16:17; Rm.3:20; 4:15; Rm.7:12; 7:7; 14,22; Gl.3:21; Sl.19:7-11; Rm.8:2-4; 10:4; I Tm.1:15; Hb.8:10; Jd.20:21; Mt.16:17,18; I Co.12:28).
XV – Do dia do Senhor
Cremos que o primeiro dia da semana é o Dia do Senhor ou sábado cristão e que deve ser consagrado a propósitos religiosos (At.20:7; Gn.2:3; Cl.2:16,17; Mc.2:27; Jo.20:19; I Co.16:1,2; Êx.20:8; 31:14-18; Ap.1:10; Sl.118:24; Is.58:13; Gn.46:2-8; Sl.118:15; Hb.10:24,26; At.17:2,3; Sl.25:8; 86:3; Hb.4:3-11). Quanto ao sábado cristão, entendemos que vivemos hoje num contexto sócio-econômico totalmente diverso do encontrado na época em que a referida profissão de fé foi elaborada. Apesar de concordarmos com a recomendação da dedicação de um tempo ao Senhor e mesmo do descanso necessário ao corpo, reconhecemos que a vida urbana e a dinâmica do trabalho secular impõem a alguns cristãos que exerçam atividades profissionais ou gozem de momentos de lazer aos domingos, o crente não pode perder é o propósito de ter um dia, tempo para buscar a Deus e descansar.
XVI – Do governo
Cremos que o governo civil é de ordenação divina para os interesses e a boa ordem da sociedade humana, e que os magistrados devem ser objeto de nossas orações, bem como devem ser conscientemente honrados e obedecidos, exceto, exclusivamente, nas coisas que se opõem à vontade de nosso Senhor Jesus Cristo, que é o único Senhor da consciência e o Príncipe dos reis da terra (Rm.13:1-7; Dt.18:18: II Sm.23: 3; Êx.18:23; I Tm.2:1-3; At.5:29; Mt.10:28; Dn.3:15-18; 6:7-10; At.4:18-20; Mt.23:10; Rm.14:4; Ap.19:16; Sl. 71:11; Rm.14:9-13; Sl.caps.2 e 9).
XVII – Dos justos e dos ímpios
Cremos que há uma diferença radical e essencial entre os justos e os ímpios; que somente aqueles que pela fé são justificados em o nome do Senhor Jesus e santificados pelo Espírito de nosso Deus são verdadeiramente justos à face de Deus, enquanto que todos aqueles que continuam na impenitência e na incredulidade são ímpios aos Seus olhos e se encontram sob a maldição; que essa distinção permanece entre os homens quer na morte quer após a morte (Mt.3:18; Pv.12:26; Is.5:20; Gn.18:23; Jr.18:24; Jr.15:19; At.10:34,35; Rm.6:15; Rm.1:17; 7:6; I Jo.2:29; 3:7; Rm.8:18,22; I Co.11:32; Pv.11:31; I Pe. 4:17,18; I Jo.5:19; Gl.3:10; Jo.3:36; Is.57:21; Sl.10:4; Is.55:6,7; Pv.14:32; Lc.16:25; Jo.8:21-24; Pv.10:24; Lc.12:4,5; 9:23-26; Jo.12:15,16; Êx.3:17; Mt.7:13,14).
XVIII – Do mundo vindouro
Cremos que se aproxima o fim do mundo; que no último dia, Cristo descerá dos céus e levantará os mortos do túmulo para a recompensa final; que ocorrerá então uma solene separação; que os ímpios serão entregues à punição sem fim e os justos à bem aventurança para sempre; e que esse julgamento, baseado nos princípios da justiça, determinará o estado final dos homens no céu ou no inferno ( I Pe.4:7; I Co.7:29,31; Hb.1:10-12; Mt.25:31; I Jo.2:17; Mt.28:20; 13:39-40; II Pe.3:3-13; At. 1:11; Ap.1:7; Hb.9:28; At.3:21; I Ts.4:13-17; 5:1-11; At.24:15; I Co.15:12,58; Lc.14:14; Dn.12:2; Jo.5:28-29; 6:40; 11:25-26; II Tm.1:10; At.10:42; Mt.13:37-43; 24:30; Ap.22:11; I Co.6:9,10; Mc.9:43-48; II Pe.2:9; Fl.3:19; Rm.3:5; 6:22; II Co.4:18; 5:10,11; Jo.4:36; II Ts.1:6-12; Hb.6:1-2; I Co.4:5; At. 17:31; Rm.2:2-16; Ap.20:11-12; I Jo. 2:28; 4:17).

Igreja Batista Nacional Shalom

História da Ibns
A greja Batista Nacional Shalom teve sua gênese com o projeto de Grupos Familiares da Igreja Batista Nacional de São Luís, em 1985. O objetivo do referido projeto missionário era a implantação de congregações em vários bairros na ilha de São Luís, dentre eles o COHATRAC (Conjunto Habitacional dos Trabalhadores do Comércio). O grupo familiar começou com 16 pessoas, na residência do casal Francisco Teles Teixeira e Eva Maria Teixeira.Com o crescimento do grupo familiar, o mesmo passou a reunir-se no Colégio Público Estadual, Unidade Integrada Maria Pinho, no mesmo bairro. Em junho de 1987 a congregação foi organizada com 35 pessoas, no seu primeiro templo que fora construído no terreno doado pela Prefeitura de São Luís, situado na Av. Leste/Oeste, n.º 100, Cohatrac III. Em 24 de junho de 1987, foi ordenado ao Ministério da Palavra, o Pr. Sebastião Justino da Silva Neto, dirigente da congregação. No ano de 1992, ocorreu uma cisão que resultou na saída de aproximadamente 40 pessoas, permanecendo também, cerca de 40 pessoas. Neste mesmo ano, o Pr. Ronald Silva Carvalho, sendo na época o Secretário Executivo da Convenção Batista Nacional do Maranhão-Piauí, assumiu o pastorado da congregação como interventor, conseguindo restabelecer a igreja. O Pr. Ronald recebeu meses depois o convite para ser o pastor da congregação, onde permaneceu até dezembro de 1995.
Em julho de 1993, a igreja começou a construção do segundo templo para comportar 800 pessoas, sendo que, o mesmo não foi inaugurado, pois em novembro de 1998 houve a necessidade de darmos início ao projeto de reforma e ampliação do templo, agora para comportar 2.000 pessoas.No dia 21 de outubro de 1995 a congregação foi organizada em Igreja, possuindo a razão social de Igreja Batista Nacional do Cohatrac. No mesmo culto de organização da igreja, foi realizado o concílio de ordenação ao ministério da palavra do aspirante Silvio Antônio Guimarães Machado, co-pastor da Igreja.
No mês de janeiro de 1996 com a saída do Pr. Ronald para assumir a função de Superintendente da Junta Missões da CBN, o Pr. Silvio Antônio Guimarães Machado é eleito Presidente. Preocupado com o crescimento tanto qualitativo quanto quantitativo da igreja, o Pr. Silvio deu início a uma reforma eclesiástica na estrutura interna da igreja, implantando o projeto de Células de Crescimento no segundo semestre de 1996. Hoje a nossa razão social é IGREJA BATISTA NACIONAL SHALOM (IBNS), uma marca de um ministério frutífero por todos que conhecem nossos líderes, o Ap. Silvio Antônio e a Pra. Alessandra Machado.